Decoração: Numerologia e cromoterapia casadas com a decoração

abril 28 10:46 2009 Imprimir Este artigo

Elza Tortello vem do desenho e uma das artes que já desenvolveu foi ser ilustradora de editoras, fazendo traços coloridos com aquarela. Só depois me voltei para as telas. Nelas, seus traços marcantes desenham o que ela denomina de verdadeira arte: a do espírito interior. Eu pinto o que sinto, ou como sinto o mundo. E por isso me identifico muito com Kandinsky, que não valorizava apenas o visual. A arte que ele fazia reconhecia o sentimento interior, conta ela. E foi nas mandalas que a artista encontrou a melhor forma de representar esses sentimentos ou o desejo de bem trabalhá-los. As mandalas, ela explica, são expressões antigas de povos primitivos – os índios as faziam na areia – e que em sua plástica circular leva as informações, as emoções para um centro. Os círculos têm grandes significados. Reuniões importantes e algumas brincadeiras de crianças são realizadas em círculos, não é mesmo?.


Suas mandalas decorativas e energizantes são baseadas em numerologia e cromoterapia, porém não são programadas. Fluem os traços a partir das emoções e os resultados são impressionantes. Para quem pinta e para quem vê as mandalas, garante a artista.

Para produzi-las, porém, ela considera o lugar em que a obra vai ser colocada, já que a mandala transmite sua energia. Faço um estudo sobre o lugar em que vai ser colocada porque a personalidade do ambiente é muito importante. A energia do quarto, por exemplo, deve ser mais tranquila que a energia da sala, lugar onde passam mais pessoas de diferentes personalidades, explica. Elza procura saber também quem são as pessoas que circulam ou vivem no local e o que almejam para suas vidas.

Para sua criação seguir o que essas pessoas buscam e respeitar as emoções que fluem da artista, Elza segue o caminho do meio, sempre o melhor caminho, diz ela. Não dá para radicalizar. O cliente não pode determinar tudo que vai ser feito e também não posso fazer só o que eu quero. Tem que achar um meio termo sem fugir do que determina a numerologia e a cromoterapia e sem perder a naturalidade da criação artística.

Como Elza se abre para essa espontaneidade, a natureza age mesmo em favor da arte. Um pedido de uma mandala para uma bebê teria que ter o desenho de uma libélula. Eu pensei que precisaria pesquisar os traços de uma libélula para reproduzi-los. Mas no mesmo dia em que cheguei em casa fui surpreendida por uma. Ela fugiu e só a encontrei no outro dia, morta em um balde com água. Vista de cima, parecia uma mandala e foi desta libélula que copiei exatamente os traços, recorda.Via Cruzeiro do Sul

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