Divisórias: Normas De Execução

maio 31 20:07 2008 Imprimir Este artigo

Divisórias Fixas

Deve ser feito um entarugamento de sarrafos de pinho de 10,0 x 2,5 cm, formando quadros de 40,0 c 60,0 cm eixo a eixo, ou segundo as especificações recomendadas pelos fabricantes.

As  chapas são aplicadas nas duas faces. As emendas das chapas, quando aparentes (sem mata-juntas ou sistema de encaixe), devem  ser perfeitas, objetivando dar continuidade à  superfície.  Quando as chapas são fixadas por meio de pregos, devem os mesmos ser sem cabeça, repuxados e disfarçados com  cera ou massa apropriada.

1.1     Com chapa de compensado de pinho, espessura  4,0 mm,  acabamento para óleo.

1.2     Com chapas duplas  de fibra de madeira prensada, espessura 4,8 mm,  para pintura.

1.3     Com chapa lisas prensadas de cimento amianto e núcleo de material  isolante (lã de rocha), formando um painel tipo “sanduíche”. A pintura deve ser com trinta  especial,  recomendada  pelos fabricantes.

1.4     Com chapas duras de madeira prensada acabamento alquinílico, espessura de 4 mm; as  guarnições, matajuntas ,  rodapés  e cantos, devem  ser  de perfil de alumínio anodizado. As chapas devem ser coladas aos  sarrafos de entarugamento  por  meio de adesivo especial.

Divisórias Removíveis

São  constituídas por painéis modulados encaixados em estrutura  composta de perfís de alumínio anodizado. As divisórias a serem empregadas devem obedecer  à  seguinte especificação:

1.     O sistema  escolhido deve apresentar solução para todas as necessidades da obra; para  tanto  deve dispor de painéis cegos, painéis de vidro,  portas simples e duplas, bandeiras para portas, painéis para peitoril, etc., permitindo as várias e possíveis combinações  entre sí.

2.     A  composição dos painéis deve atender às necessidades do projeto; para tanto, deve obedecer a especificação do projeto arquitetônico no que diz respeito ao miolo e  acabamento dos  painéis.

3.     Dependendo de sua aplicação, o miolo deve apresentar características estruturais, resistentes ao fogo  ou isolante termo-acústico dessa maneira poderemos ter painéis com  miolo de madeira aglomerada, colmeia constituída  por tiras de madeira ou papel, gesso, chapa de fibras de madeira com vermiculite, etc.

4.     O revestimento externo dos painéis deve ser executado conforme  especificação do projeto, com lâminas de madeira de lei, chapa de laminado plástico melamínico, chapas duras de  fibra de  madeira prensadas com acabamento alquídico, etc.

5.     A  estrutura deve ser constituída por perfis de alumínio extrudados  e anodizados; os  batentes devem ser providos  de  guarnições  de borracha sintética ou PVC; o sistema deve apresentar, ainda, perfis especiais para utilização como  rodapés, mata-juntas e frizos  que  serão fixados à estrutura principal através de encaixes, presilhas ou parafusos.

6.     A estrutura deve solucionar ainda o problema  da fiação elétrica, ligação telefônica e outras, permitindo a passagem de fios pelos  perfis e rodapés de  forma a permitir fácil acesso  em caso de manutenção.

7.     O projeto do  sistema deve ser suficientemente flexível de modo que permita; a  qualquer tempo, a remoção  individual dos painéis sem necessidade de  desmontagem  dos  demais.

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